quarta, 25 de fevereiro de 2026
Foi realizado na noite desta terça-feira (24), o 28º AMPCast, o primeiro de 2026. E o tema tratado está no centro de intensos debates de saúde e mercado, com grande repercussão na atualidade: as canetas emagrecedoras.
Utilizadas em escala global no tratamento da obesidade, sobrepeso e diabetes tipo 2, elas se tornaram um fenômeno mundial, mas seus efeitos vão muito além da perda de peso na balança. Atuando como moduladores metabólicos crônicos, trazem benefícios à saúde cardiovascular e hepática, porém exigem cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais e à necessidade de uso contínuo.
Segundo estimativas, o mercado brasileiro de canetas emagrecedoras pode ter alcançado de R$ 9 bilhões a R$ 10 bilhões de reais em 2025, um alerta para o perigo da automedicação e o uso indevido somente com finalidades estéticas.
Para debater a respeito desses medicamentos, indicações, recomendações e riscos, foram convidados o professor Henrique de Lacerda Suplicy, doutor em Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia; o Dr. Vicente Andrade, presidente da Regional Paraná da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem-PR); a Dra. Maria Augusta Karas Zella, especialista e professora de Endocrinologia; a Dra. Priscilla Rizental Coutinho, especialista e pesquisadora em Endocrinologia, e a Dra. Luciana Muniz Pechmann, especialista em Endocrinologia e diretora do Centro de Diabetes Curitiba.
Se você não conseguiu acompanhar a transmissão ao vivo, clique no link abaixo e assista na íntegra.
https://www.youtube.com/live/iqRUAQC-2fM
Utilizadas em escala global no tratamento da obesidade, sobrepeso e diabetes tipo 2, elas se tornaram um fenômeno mundial, mas seus efeitos vão muito além da perda de peso na balança. Atuando como moduladores metabólicos crônicos, trazem benefícios à saúde cardiovascular e hepática, porém exigem cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais e à necessidade de uso contínuo.
Segundo estimativas, o mercado brasileiro de canetas emagrecedoras pode ter alcançado de R$ 9 bilhões a R$ 10 bilhões de reais em 2025, um alerta para o perigo da automedicação e o uso indevido somente com finalidades estéticas.
Para debater a respeito desses medicamentos, indicações, recomendações e riscos, foram convidados o professor Henrique de Lacerda Suplicy, doutor em Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia; o Dr. Vicente Andrade, presidente da Regional Paraná da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem-PR); a Dra. Maria Augusta Karas Zella, especialista e professora de Endocrinologia; a Dra. Priscilla Rizental Coutinho, especialista e pesquisadora em Endocrinologia, e a Dra. Luciana Muniz Pechmann, especialista em Endocrinologia e diretora do Centro de Diabetes Curitiba.
Se você não conseguiu acompanhar a transmissão ao vivo, clique no link abaixo e assista na íntegra.
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